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	<description>Agência de comunicação especializada em saúde</description>
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		<title>Telemedicina é liberada durante combate ao coronavírus: o que médicos podem fazer?</title>
		<link>https://latinmed.com.br/telemedicina-durante-pandemia-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nicole Lallée]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 17:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing em saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da pandemia do coronavírus (Covid-19) no Brasil, autoridades da área de saúde decidiram liberar a telemedicina para ajudar no combate à doença e evitar a disseminação do vírus. O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou ofício na última quinta-feira (19/03) em que liberava o uso de telemedicina em carácter de excepcionalidade. Com essa decisão, o Ministério da Saúde publicou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="499" src="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/03/telemedicina-1024x499.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Médica mulher realiza consulta por telemedicina com paciente homem" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;" srcset="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/03/telemedicina-1024x499.jpg 1024w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/03/telemedicina-300x146.jpg 300w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/03/telemedicina-768x374.jpg 768w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/03/telemedicina.jpg 1642w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Diante da pandemia do coronavírus (Covid-19) no Brasil, autoridades da área de saúde decidiram liberar a telemedicina para ajudar no combate à doença e evitar a disseminação do vírus. O Conselho Federal de Medicina <strong>(CFM) publicou <a href="http://portal.cfm.org.br/images/PDF/telemedicina.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ofício</a> na última quinta-feira (19/03) em que liberava o uso de telemedicina em carácter de excepcionalidade. </strong>Com essa decisão, o Ministério da Saúde publicou nesta segunda-feira (23/03) uma <a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-467-de-20-de-marco-de-2020-249312996" target="_blank" rel="noopener noreferrer">portaria que autoriza o uso temporário de telemedicina</a> no Brasil.</p>
<p>A medida vale apenas “enquanto durar a batalha de combate ao contágio da Covid-19” e inclui algumas regras. Inicialmente, o documento encaminhado pelo CFM solicitando a liberação da telemedicina incluía teleorientação, telemonitoramento e teleinterconsulta. Porém, a portaria regulamentar publicada no Diário Oficial da União pelo ministério inclui também a consulta.</p>
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<p>De acordo com a portaria do Ministério da Saúde, a modalidade poderá ser usada para “<strong>atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, monitoramento e diagnóstico,</strong> por meio de tecnologia da informação e comunicação”, no Sistema Único de Saúde (SUS) e também na rede privada e suplementar.</p>
<p>A telemedicina é o exercício da medicina com a utilização de tecnologias de informações e comunicação, como videochamadas por meio de aplicativos. Segundo o ministério, o atendimento deve garantir a <strong>integridade, segurança e sigilo de informações. </strong>Desta forma, é muito importante que os médicos se atualizem e saibam como devem proceder nesse momento.</p>
<h3>Impacto da telemedicina</h3>
<p>Com essa medida, muitos pacientes não precisarão sair de casa para ter orientações nem os médicos para atender, o que <strong>pode minimizar os efeitos do coronavírus no Brasil</strong>. Na China, as novas tecnologias foram determinantes para conter a evolução. Outros países que também estão enfrentando essa pandemia, como França, Estados Unidos e Japão, também recorreram à telemedicina para travar o avanço do Covid-19.</p>
<p>A advogada Bianca Maria Pires, da Villemor Amaral Advogados e com atuação na área do Direito Médico-hospitalar, explica que provavelmente haverá atendimentos virtuais que se resumirão a breves orientações ao paciente para se dirigir ao hospital. &#8220;Mas também haverá, por outro lado, consultas médicas propriamente ditas, com a coleta da anamnese, observação clínica e dados propedêuticos; apontamento da hipótese diagnóstica e decisão clínica e terapêutica&#8221;, afirma a advogada.</p>
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<h3>Recomendações para utilizar os recursos de telemedicina</h3>
<p><strong>1. Divulgue que está realizando telemedicina:</strong> se decidir usar a telemedicina, informe seus pacientes e seguidores nas redes sociais que está orientando de forma on-line mediante a nova realidade que estamos vivendo com a pandemia do coronavírus.</p>
<p><strong>2. Escolha uma plataforma digital:</strong> pode ser o <em>Skype</em>, o <em>Hangout</em> ou o <em>Zoom</em>, por exemplo. Se escolher um app, baixe no computador e no celular. A advogada Bianca Maria Pires explica que não há forma específica definida para a realização dos atendimentos, devendo ser a mais conveniente para médico e paciente ou para a instituição de saúde em nome da qual o médico esteja prestando atendimento.</p>
<p><strong>3. Faça um tutorial:</strong> explique de forma didática aos seus pacientes como funciona a plataforma escolhida e o que eles precisam fazer para acessá-la.</p>
<p><strong>4. Acesse a plataforma digital com antecedência</strong>: entre no canal escolhido ao menos 5 minutos antes da consulta começar e verifique o sistema, a câmera e o microfone para que tudo funcione no horário que foi combinado.</p>
<h4>Na hora do atendimento:</h4>
<p><strong>1. Faça todo o registro desse atendimento:</strong> o médico deve registrar o atendimento em prontuário clínico, que deverá conter:</p>
<ul>
<li>Dados clínicos necessários para a boa condução do caso;</li>
<li>Data, hora, tecnologia da informação e comunicação utilizada para o atendimento;</li>
<li>Número do Conselho Regional Profissional e sua unidade da federação.</li>
</ul>
<p><strong>2. Está permitida a realização de atestados e receitas médicas:</strong> precisam ser assinados eletronicamente e acompanhados de informações sobre o profissional. Também deverão seguir os requisitos estabelecidos pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<h3>Como se comunicar com pacientes e seguidores</h3>
<p>Além do uso da telemedicina, os profissionais da saúde podem aproveitar suas redes sociais e outros canais digitais para manter a comunicação com seus pacientes.</p>
<p><strong>1. Comunique seus pacientes sobre seu posicionamento</strong><br />
De que forma você se relaciona com seus pacientes? WhatsApp? Instagram? E-mail? Escreva uma mensagem ou post para seus pacientes e seguidores, e informe como vai atuar, se a clínica fechará, se usará telemedicina ou se fará consultas presenciais apenas em casos específicos.</p>
<p><a href="https://sobrevivabemaocoronavirus.com.br/"><img decoding="async" src="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/04/lme_banner_hori.jpg" alt="" width="900" height="250" class="aligncenter size-full wp-image-13933" srcset="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/04/lme_banner_hori.jpg 900w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/04/lme_banner_hori-300x83.jpg 300w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2020/04/lme_banner_hori-768x213.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<p>Lembre-se que é possível fixar nas redes sociais as publicações mais importantes, como nos destaques de stories do Instagram. Mencione por essas ferramentas as medidas e os protocolos de atendimentos que estão sendo tomados internamente. Isso mostrará transparência e segurança ao paciente.</p>
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<p><strong>2. Reforce sua comunicação nas redes sociais</strong><br />
A população está passando por um momento de apreensão e isolamento social. Portanto, esse é um momento que você pode mostrar apoio e ajuda. Não precisa parar suas postagens. Apenas mude os assuntos e direcionamentos de acordo com a realidade atual. Dê dicas relacionadas com sua atuação pensando que as pessoas estão dentro de casa, como dicas de exercícios para fazer dentro do apartamento, como se alimentar bem durante a quarentena e conselhos para cuidar da saúde mental.</p>
<p>Além disso, pacientes continuam tendo outros problemas de saúde, então ainda precisam de informação confiável sobre doenças e hábitos saudáveis.</p>
<p><strong>3. Faça lives e webinars</strong><br />
Outra forma de manter a presença nas redes e ajudar a população é fazer lives e webinars. São gratuitos e ajudam na conexão direta com os pacientes. Com esses recursos, você pode informar sobre as medidas que está tomando e dar orientações durante a quarentena. Outra opção é chamar outros médicos para sua live no Instagram, por exemplo, para que possam acrescentar às suas orientações.</p>
<p>Se precisar de alguma ajuda nessa fase e na comunicação da sua clínica, <a href="https://latinmed.com.br/contato/">fale conosco</a>! Nós somos uma agência de comunicação e marketing especializada em saúde e estamos à disposição para te ajudar.</p>
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