<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>homem e mulher no trabalho &#8211; Latinmed</title>
	<atom:link href="https://latinmed.com.br/tag/homem-e-mulher-no-trabalho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://latinmed.com.br</link>
	<description>Agência de comunicação especializada em saúde</description>
	<lastBuildDate>Fri, 12 Apr 2019 17:31:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.4.5</generator>
	<item>
		<title>A mulher no mundo corporativo</title>
		<link>https://latinmed.com.br/a-mulher-no-mundo-corporativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Latinmed]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2019 13:47:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde na empresa]]></category>
		<category><![CDATA[homem e mulher no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulher no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[salário de homem]]></category>
		<category><![CDATA[salário de mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://latinmed.com.br/?p=365</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora as mulheres tenham realizado muitas conquistas nos últimos 100 anos, a desigualdade econômica, social e cultural delas em relação aos homens ainda assusta. De acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, os homens recebem salários até 30% mais altos do que mulheres na mesma função no Brasil. Essa também foi a percepção de uma executiva brasileira. Denise Damiani, engenheira [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://latinmed.com.br/a-mulher-no-mundo-corporativo/">A mulher no mundo corporativo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://latinmed.com.br">Latinmed</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="499" src="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/02/mulheresmandam-1024x499.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Mulher cozinhando ao lado de outro mulher com roupa formal trabalhando e falando ao celular" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;" srcset="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/02/mulheresmandam-1024x499.jpg 1024w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/02/mulheresmandam-300x146.jpg 300w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/02/mulheresmandam-768x374.jpg 768w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/02/mulheresmandam.jpg 1642w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Embora as mulheres tenham realizado muitas conquistas nos últimos 100 anos, a desigualdade econômica, social e cultural delas em relação aos homens ainda assusta. De acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, os homens recebem salários até 30% mais altos do que mulheres na mesma função no Brasil.</p>
<p>Essa também foi a percepção de uma executiva brasileira. <a href="http://youtu.be/MTGRdqll92s">Denise Damiani</a>, engenheira elétrica formada pela Poli &#8211; USP e com MBA em Harvard, foi sócia e conselheira da Accenture e Bain&amp;Co e fez uma pesquisa dentro da própria empresa sobre a carreira das mulheres. O início foi dado após um relatório que divulgava que – apesar de metade das colaboradoras serem mulheres &#8211; <strong>apenas 3% delas chegavam aos cargos de presidência ou à sociedade.</strong></p>
<h3>Preconceito por ser mulher</h3>
<p>O número alarmante revelou outro fato: essas mulheres não deixavam de ocupar cargos altos por incompetência ou por falta de trabalho. O motivo era um só: o <strong>preconceito externo (dos outros colaboradores) e interno (dela mesma).</strong> Segundo a conselheira, o medo de fracassar e perder o emprego era o que mais impedia que essas mulheres avançassem na carreira. Além disso, a falta de dinheiro também as impede de arriscar mais.</p>
<p>E o motivo é simples: a mulher ganha menos, porém vive mais, o que a faz gastar mais e investir menos. Pensando nisso, a executiva criou a política do GGI: o quanto ganho X o quanto gasto X o quanto é investido. Unir os três é a chave para conseguir o <a href="https://latinmed.com.br/como-anda-a-saude-financeira-dos-seus-colaboradores/">controle financeiro</a> e a estabilidade. A partir daí, é possível começar a arriscar mais e, quem sabe, ocupar um cargo de chefia.</p>
<p>Confira <strong>outros dados sobre a realidade atual da mulher no mundo corporativo:</strong></p>
<ul>
<li>Taxa global de participação das mulheres na força de trabalho ficou em 48,5% em 2018, 26,5 pontos percentuais abaixo da taxa dos homens, segundo a <a href="https://nacoesunidas.org/oit-participacao-das-mulheres-no-mercado-de-trabalho-ainda-e-menor-que-dos-homens/">Organização Internacional do Trabalho.</a></li>
<li>Mais de 35% das entrevistadas (<a href="https://mindminers.com/estudos/mulheres#newsletter">pesquisa “Perfil da mulher: novos papéis”</a>, de Mind Miners) já teve sua capacidade profissional rebaixada por ser mulher.</li>
</ul>
<div id="vejamais"><a href="https://latinmed.com.br/ambiente-organizacional-saudavel/">Por que é essencial promover um ambiente organizacional saudável</a></div>
<h3>Assédio no trabalho</h3>
<p>Além das oportunidades limitantes, outro tema corporativo importante é o assédio no ambiente de trabalho. Movimentos em Hollywood e outros espaços aumentaram a discussão e trouxeram à tona histórias de assédio sexual e moral no trabalho. Esse é um fator grave que dificulta a ascensão de mulheres nas empresas.</p>
<p>Portanto, é possível ver que há anos, as mulheres lutam por seu espaço no mercado de trabalho. Houve conquistas, porém, o caminho para a real igualdade entre os gêneros ainda é longa.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://latinmed.com.br/a-mulher-no-mundo-corporativo/">A mulher no mundo corporativo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://latinmed.com.br">Latinmed</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
