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	<title>gestão de pessoas &#8211; Latinmed</title>
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	<description>Agência de comunicação especializada em saúde</description>
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		<title>O estresse e o comportamento antiético</title>
		<link>https://latinmed.com.br/o-estresse-e-o-comportamento-antietico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Latinmed]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 19:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde na empresa]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Stress; mentira; trabalho; comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[vida no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo estudo científico americano publicado recentemente no Journal of Experimental Psychology revelou duas descobertas surpreendentes sobre a relação que o sistema endócrino desempenha no comportamento ético das pessoas. A primeira descoberta indica que é possível prever quando uma pessoa agirá de má fé. Já a segunda mostra que as pessoas trapaceiam para aliviar o estresse. Mas, como isso é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="499" src="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/10/estress-1024x499.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Mulher estressada em frente ao seu computador no trabalho" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;" srcset="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/10/estress-1024x499.jpg 1024w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/10/estress-300x146.jpg 300w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/10/estress-768x374.jpg 768w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/10/estress.jpg 1642w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Um novo estudo científico americano publicado recentemente no <em>Journal of Experimental</em> <em>Psychology r</em>evelou duas descobertas surpreendentes sobre a relação que o sistema endócrino desempenha no comportamento ético das pessoas.</p>
<p>A primeira descoberta indica que é possível prever quando uma pessoa agirá de má fé. Já a segunda mostra que as pessoas trapaceiam para aliviar o estresse. Mas, como isso é possível?</p>
<p>Os cientistas responsáveis pelo estudo fizeram uma série de análises envolvendo dois hormônios importantes: a testosterona (associada à diminuição do medo e ao aumento da sensibilidade ao status e posição de dominação) e o cortisol (hormônio relacionado ao estresse).</p>
<p>Na avaliação principal, 120 voluntários, entre homens e mulheres, foram convidados a responder 20 problemas de matemática por $10 dólares. Antes e depois do teste, os hormônios dos participantes foram medidos por meio da saliva.</p>
<p>A cada resposta correta eles ganhariam $ 1 dólar adicional. Para isso, era necessário que antes de entregar os testes, eles dessem uma nota para si mesmos. Como resultado, cerca de 40% dos participantes mentiram sobre os seus próprios desempenhos no teste.</p>
<p>As pessoas que mentiram apresentaram um nível maior de testosterona no organismo quando chegaram ao local do teste em comparação com quem não mentiu. Já as análises dos níveis de cortisol no organismo dos participantes antes e depois do teste apontaram para uma revelação interessante: na medida em que o participante mentia, os níveis de cortisol no organismo diminuíam, e como consequência, a sensação de estresse também.</p>
<p>“Os resultados do teste e de pesquisas anteriores que realizamos indicam que trapacear pode ser usado como um mecanismo de redução do estresse”, afirma Jooa Julia Lee, integrante de pós-doutorado da Universidade de Harvard e uma das coautoras do estudo.</p>
<p><strong>Como isso pode interferir no ambiente de trabalho?</strong></p>
<p>Ainda faltam testes complementares para comprovar a causa e o efeito dos hormônios em um comportamento antiético. Porém, o estudo levanta um alerta para as empresas sobre a forma como os seus próprios modelos de negócios podem afetar o comportamento das pessoas.</p>
<p>Com base nas descobertas, a maioria dos indivíduos que costumam enganar os outros são agressivos (apresentam alto níveis de testosterona) e estressados (apresentam alto nível de cortisol). Em contrapartida, boa parte dos ambientes empresariais é propícia a esse tipo de comportamento, uma vez que incentiva a alta competitividade entre os funcionários oferecendo altos bônus financeiros.</p>
<p><strong>O que fazer?</strong></p>
<p>Se a sua empresa se encaixa nesse modelo organizacional, os pesquisadores sugerem um sistema de compensação diferente. A avaliação completa realizada sobre a testosterona indica que é possível diminuir a influência desse hormônio recompensando o desempenho do grupo, em vez de alimentar um sistema de compensação sobre o desempenho individual.</p>
<p>“Sabemos há muito tempo que altos níveis de estresse e sofrimento psíquico podem levar ao desenvolvimento de doenças fatais,” afirma Robert A. Josephs, professor e líder do laboratório de neuroendocrinologia da Universidade de Austin e coautor do estudo. “O que não sabíamos e foi revelado por essa pesquisa é que o estresse também pode levar ao surgimento de um comportamento antiético”, complementa.</p>
<p>Como alternativa a esse comportamento, os pesquisadores sugerem que as empresas adotem programas relacionados à saúde mental e a mudanças do estilo de vida como uma das medidas para reduzir o estresse de forma saudável.</p>
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		<title>Atividade física: por que você precisa continuar ativo mesmo no inverno</title>
		<link>https://latinmed.com.br/por-que-voce-precisa-continuar-ativo-mesmo-no-inverno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Latinmed]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2015 14:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios no frio]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[LatinMed]]></category>
		<category><![CDATA[metabolismo]]></category>
		<category><![CDATA[preguiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chega o inverno parece que a vida fica um pouco mais triste para os brasileiros. A preguiça e o desânimo aumentam, impactando diretamente na interação social. Mas, essa sensação não é frescura, e sim uma reação do organismo humano às baixas temperaturas. No inverno o metabolismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal. A pele passa a receber [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img decoding="async" width="1024" height="499" src="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sempreguica-1024x499.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Grupo de jovens faz aula de alongamento" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;" srcset="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sempreguica-1024x499.jpg 1024w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sempreguica-300x146.jpg 300w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sempreguica-768x374.jpg 768w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/05/sempreguica.jpg 1642w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Quando chega o inverno parece que a vida fica um pouco mais triste para os brasileiros. A preguiça e o desânimo aumentam, impactando diretamente na interação social. Mas, essa sensação não é frescura, e sim uma reação do organismo humano às baixas temperaturas. No inverno o metabolismo gasta mais energia para manter a temperatura corporal. A pele passa a receber menor quantidade de sangue nos vasos mais externos, para concentrar maior volume no interior do organismo e produzir mais calor.</p>
<p>A respiração também é afetada, as reações químicas perdem força e ficam mais lentas, levando menos oxigenação para os músculos. O aparelho urinário passa a trabalhar bem mais, pelo fato de que no frio não se elimina liquido pelo suor, mas sim por meio da urina. Nessa época o apetite aumenta, já que o organismo necessita de gordura, carboidratos e calorias para gerar energia.</p>
<p>Além da preguiça, os dias cinzentos e frios trazem uma espécie de tristeza sem explicação. Porém, há um fundamento para nosso humor mais deprimido nos dias de inverno. Os raios UVB, que entram na retina, regulam alguns neurotransmissores relacionados com o humor e o sono. Por isso, existe uma relação direta entre a luminosidade e a tristeza. Diversos estudos mostram que em países como Canadá e Inglaterra, em que grande parte do ano há falta de sol e excesso de dias cinzentos, o número de pessoas com depressão é maior se comparado aos países de clima ameno ou tropical.</p>
<p>Mas, diferente dos ursos, que hibernam no inverno e despertam na primavera, os seres humanos precisam manter uma vida ativa e normal durante os dias mais frios do ano. Muitas pessoas abandonam a academia, as caminhadas e outros esportes ao ar livre, deixam de sair para ficar em casa, tomando o famoso chocolate quente e assistindo a um filme. A tentação de ingerir alimentos mais calóricos também aumenta. O resultado disso é desastroso. Como as roupas de inverno acobertam os quilinhos extras, é na primavera que as pessoas se deparam com o resultado do sedentarismo e da mudança de hábitos do inverno.</p>
<p>Por isso, cuide-se também no inverno. Deixe a preguiça e a gula de lado, controle sua alimentação e faça atividades físicas. Assim, você vai poder aproveitar a primavera e o verão sem precisar correr atrás dos quilos que você ganhou no inverno. Seu corpo e sua saúde agradecem!</p>
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		<title>Como dar um feedback negativo</title>
		<link>https://latinmed.com.br/como-dar-um-feedback-negativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Latinmed]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2015 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde na empresa]]></category>
		<category><![CDATA[a importância do feedback]]></category>
		<category><![CDATA[crítica no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[o poder do feedback]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel do gestor no desenvolvimento dos colaboradores é fundamental. É ele quem deve orientar, ensinar e tomar para si a responsabilidade de avaliar e informar sobre o desenvolvimento e os resultados esperados. Isso se chama feedback, um processo muito comum em empresas. Dar um feedback positivo é relativamente fácil. Mas, e quando é preciso dar um feedback negativo? O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img decoding="async" width="1024" height="499" src="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/03/feedback-1024x499.jpg" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="Mulher jovem nervosa faz pergunta a um funcionário homem que está sentado em frente ao seu notebook" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;" srcset="https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/03/feedback-1024x499.jpg 1024w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/03/feedback-300x146.jpg 300w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/03/feedback-768x374.jpg 768w, https://latinmed.com.br/_latinmed.com.br/wp-content/uploads/2015/03/feedback.jpg 1642w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O papel do gestor no desenvolvimento dos colaboradores é fundamental. É ele quem deve orientar, ensinar e tomar para si a responsabilidade de avaliar e informar sobre o desenvolvimento e os resultados esperados. Isso se chama <em>feedback</em>, um processo muito comum em empresas. Dar um <em>feedback </em>positivo é relativamente fácil. Mas, e quando é preciso dar um <em>feedback </em>negativo?</p>
<p><strong>O que você não deve fazer:</strong></p>
<ul>
<li>Focar em características pessoais</li>
<li>Ser genérico demais</li>
<li>Dar <em>feedback </em>em público</li>
<li>Não fornecer exemplos práticos</li>
<li>Ser irônico ou ofensivo nos comentários</li>
</ul>
<p><strong> </strong><strong>O que você deve fazer:</strong></p>
<ul>
<li>Dar o <em>feedback</em> em um local fechado, só com a presença do colaborador</li>
<li>Focar no acontecimento</li>
<li>Dar exemplos práticos e expor quais resultados não foram atingidos</li>
<li>Avaliar apenas a parte profissional do colaborador, nunca a vida pessoal</li>
<li>Explicar as consequências de um <em>feedback</em> negativo, mas não em tom de ameaça</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lembre-se:</strong> seu <em>feedback</em> deve servir como uma crítica construtiva, que permita ao outro praticar a autoavaliação e melhorar seu desempenho. <strong>COMPARTILHE essas dicas!</strong></p>
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