Saúde dos colaboradores: investir no bem-estar do funcionário também é lucrativo para empresas

Saúde dos colaboradores: investir no bem-estar do funcionário também é lucrativo para empresas
25 de maio de 2014 Latinmed
Equipe de funcionários sorridentes e satisfeitos

Não é novidade que investir em programas de qualidade de vida e educação em saúde são estratégias de empresas preocupadas em manter a produtividade em alta e o absenteísmo em baixa. Está provado que o bem-estar do empregado é diretamente proporcional à lucratividade da empresa: uma equipe mais feliz e saudável cria um ambiente de trabalho com mais ânimo e capacidade para atrair, criar e reter talentos.

Porém, os modelos utilizados por várias empresas estão muito mais focados na educação, que sozinha não consegue gerar resultados mais expressivos. O que realmente faz com as pessoas mudem hábitos e comportamentos é o engajamento. Aqui está o segredo dos programas de qualidade de vida efetivos, ou seja, aqueles que adotam estratégias de envolvimento dos funcionários para criar a transformação necessária.

Mas como as empresas conseguem engajar os colaboradores? Descobrindo o que realmente motiva as pessoas, uma carreira de sucesso? Ser pai ou mãe? Viver plenamente? Ser feliz? Somente levantando e descobrindo essas necessidades motivadoras é que os programas se tornarão efetivos. Por exemplo, se uma mulher quer ser mãe, precisa adotar bons hábitos de alimentação, não fumar, estar no peso ideal. Além de cartilhas informativas, a empresa precisa investir em programas e projetos para colocar em prática a teoria dos materiais.

Alguns estudos conduzidos nos Estados Unidos mostram que para cada dólar investido em programas de promoção da saúde, a economia com faltas ao trabalho é de US$ 2,7. Já quando o assunto são gastos médicos, a economia é três vezes maior: US$ 3,27.

Ajudar o funcionário a cuidar da saúde não é mais visto como uma despesa, e sim como um investimento. Claro que educar é o primeiro passo, mas treinamento e outros recursos são necessários. No caso de uma alimentação saudável, por exemplo, é preciso ensinar os funcionários sobre os grupos de alimentos, quais são os nutrientes necessários e saudáveis, onde podem ser encontrados, como cozinha-los. E o mais importante: o que é um prato saudável e como montá-lo.

As empresas também podem criar oportunidades que incentivem as decisões saudáveis. Campeonatos esportivos, mais escadas e menos elevadores, subsídios para praticar atividades físicas, palestras, workshops. Estas são apenas algumas ferramentas úteis quando o assunto é qualidade de vida no trabalho.

Portanto, as empresas que já têm algum programa de qualidade de vida podem aprimorá-lo para atingir mais assertividade nas ações. As que ainda não investiram na saúde dos colaboradores, têm a grande oportunidade de trocar os gastos com despesas médicas e as faltas, por funcionários mais felizes e motivados.

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